| Foto: Divulgação |
O brasileiro é um povo alegre, divertido e que
aprecia boas gargalhadas...
Como telespectador, isso não é diferente,
pois um bom programa de televisão consegue reunir informação de credibilidade e
um toque de irreverência. Com
humor na medida certa, o simpático e admirável apresentador Otávio Mesquita consolida sua carreira brilhante nas telinhas e garante boas
risadas neste bate-papo descontraído com o Blog Sucesso. Exclusivo!
S.L: Otávio, como foi o
início da sua carreira artística?
O.M: Inicialmente, fui contratado para a área comercial da Rede Bandeirantes. Por
volta dos anos 80, aos meus vinte e poucos anos, consegui uma oportunidade de
substituir um repórter na cobertura do tradicional e histórico baile do Gala Gay, uma das festas mais
concorridas do Carnaval Carioca. Recebi todo o incentivo do diretor daquela
época, Eduardo Lafon - que mora no céu hoje. Agarrei esta chance, comecei a
falar um monte de besteiras no ar e nunca mais consegui deixar a televisão.
S.L: Você completou, recentemente,
26 anos de carreira e sucesso absoluto na TV. Entre todas as experiências,
recordações e aprendizagens adquiridas, em sua opinião, o que é mais
gratificante?
O.M: Acho que o aspecto mais gratificante é ter o reconhecimento de que,
atualmente, sou um dos poucos apresentadores que conseguiu permanecer no ar há
tanto tempo, fazendo o mesmo estilo de programa e no mesmo horário da madrugada.
Não é fácil, o humor na televisão precisa ser constantemente renovado e
reinventado. Fiz algumas participações no rádio e, com exceção da TV
Gazeta e da Rede Globo, posso dizer que já passei por todas as grandes
emissoras de televisão. Eu até recebi um convite da Globo, mas recusei a
proposta na época. Sinto-me realizado profissionalmente.
S.L: De todos os
programas que você apresentou, qual deixou mais saudades?
O.M: Eu gosto muito dos programas de auditório. A época em que eu fazia o “Fantasia”
e o “Tempo de Alegria” com o Celso Portiolli - ambos no SBT - era muito divertida!
Mas acho que hoje, fazendo o que eu faço, alcancei minha plenitude. Este atual estilo
de programa é a minha cara. Sou muito bem-recebido aqui na Band.
S.L: Você se consagrou
com o famoso quadro “Bom Dia Legal”, onde invadia a casa dos famosos para
acordá-los. Era tudo encenação ou alguém
já se irritou de verdade?
O.M: Posso te garantir que as pessoas se irritavam de verdade. Porque eu
combinava com a esposa ou o empresário do artista apenas o dia da visita - para
autorização de entrada da equipe de produção do programa - e um horário que ele
geralmente acordava. Mas nós sempre chegávamos mais cedo, enquanto ele ainda estava
dormindo. Aí eu pedia um cafezinho, a empregada saía para buscar algo na cozinha, eu
ligava rapidamente a câmera, entrava no quarto e acordava o artista. Lembro que
quase matei o Carlos Alberto de Nóbrega, ele teve que tomar até remédio de tanto susto
que ele levou (risos)...
S.L: Lembra de alguma
história engraçada durante as coberturas de carnaval, bastidores, festas ou
eventos?
O.M: Nossa, lembro de histórias impublicáveis aqui! Mas eu gosto de
relembrar a história da Prochaska (risos)... Durante uma transmissão de Carnaval que eu
estava fazendo ao lado da atriz Cristina Prochaska, uma moça desconhecida entrou
ao vivo, subiu em cima da mesa e ficou totalmente pelada na cena. Rapidamente o
diretor pediu para fechar a câmera na Cristina, utilizando a tradicional frase “Fecha na Prochaska, fecha na Prochaskaaaa!''.
Mas o cinegrafista confundiu a orientação e acabou focando a parte íntima da
garota. Sei que esta história divertida todo mundo já conhece, mas é
inesquecível (risos).
S.L: É verdade que você é
um exímio jogador de pôquer e golfe?
O.M: Sim, mas posso dizer que eu sou apaixonado por três esportes. O
primeiro é o automobilismo, o segundo é o golfe e o terceiro, o pôquer. De fato, posso dizer que jogo bem porque gosto bastante, pratico há mais de quatro anos e já consegui conquistar altas colocações nos campeonatos internacionais.
S.L: E o automobilismo, o
que ele significa para você?
O.M: O automobilismo é um hobby, uma paixão... Um divertimento e uma fonte de rendimento, pois é um dos
meus negócios. Eu corro pela Porsche Cup
GT3, já ganhei várias corridas e alcancei a quinta colocação no campeonato.
S.L: O programa “Claquete”
na TV Bandeirantes permanece líder de audiência, trazendo bastidores, colunismo
social e muitos outros assuntos diversificados e interessantes, com um toque sutil
de irreverência, inteligência e respeito com seus convidados. Alguma entrevista, em especial, ficou gravada
em sua memória?
O.M: Acho que toda entrevista é importante, não importa quem seja o
entrevistado. Se uma determinada personalidade foi convidada a participar do
meu programa, certamente ela tem algo interessante para contar. De certa forma,
posso dizer que todas as entrevistas foram especiais para mim. Mas ressalto
aquelas que eu fiz com a saudosa Hebe Camargo, pois eram realmente muito emocionantes!
Nós tínhamos uma relação de amizade, carinho e respeito mútuo.
S.L: Quem você ainda
gostaria de entrevistar?
O.M: Estou ansioso para entrevistar a presidente Dilma Rousseff... Estou
na fila! (risos)
S.L: E o Otávio Mesquita
empresário? Quais são os seus outros projetos além da televisão?
O.M: Sou publicitário, crio idéias e eventos corporativos. Atualmente, meu
rendimento está relacionado 50% à Televisão, 25% ao Automobilismo e 25% aos negócios
de Mídia Alternativa. Já criei até enredo para escola de samba, mas hoje estou
muito satisfeito na televisão, pois é um prazer na minha vida.
S.L: Para saber mais a
respeito de Otávio Mesquita?
O.M: Para ver as matérias já realizadas, basta acessar meu site na Band - http://claquete.band.uol.com.br
- e seguir minha página no Instagram ou Twitter - @otaviomesquita. Hoje tenho quase 125 mil seguidores e estão todos
convidados! Acabo dizendo que meu Instagram é praticamente um reality show, porque a minha vida está inteirinha por lá e a minha
mulher fica muito brava comigo (risos).
S.L: Otávio, o Blog Sucesso tem a honra de entrevistá-lo
e parabenizá-lo pelas suas conquistas, desejando-lhe uma trajetória de
incontáveis realizações pessoais e profissionais. Para finalizar, qual mensagem
você deixaria aos seus fãs e leitores?
O.M: Eu diria para que os meus fãs não me levem tão a sério... Porque eu vim
ao mundo para me divertir, depois acabei descobrindo que eu tinha que trabalhar
(risos). Sou uma pessoa muito simples e tranqüila. Assim como o “Perfil” e “A Noite é uma Criança”, o atual “Claquete” é uma revista eletrônica, mas eu não tenho o compromisso
de fazer um programa mais inteligente, mais chique ou menos chique... Simplesmente
faço o programa que eu gostaria de assistir em casa. É por isso que eu permaneço
há tanto tempo no ar. Aos leitores, aguardem novos projetos e, talvez, um livro
que ainda estou refletindo a respeito. Tem novidades chegando por aí... Muito obrigado.
KKKK MUITO BOA A ESTORIA DA PROCHASCA KKKK, ESSA FOI A MELHOR. D.J.
ResponderExcluirOtavio é nota dez, gostei parabenas pela entrevista
ResponderExcluirAcho que ele é um ótimo apresentador, mas o programa começa muito tarde!!!
ResponderExcluirJá fiz uma gravação com o Otavio Mesquita e simplesmente adorei a figura dele...
ResponderExcluirMuito simpático e preocupado em fazer o trabalho conosco certinho. Faço parte de uma ONG de palhaços em hospitais chamada Operação Arco-Íris.
Parabéns pela reportagem...