A
história do The Cure
se confunde com a de Robert Smith. Nascido em Blackpool, Inglaterra, o
vocalista é o criador de quase tudo que a banda gravou e único membro a nunca
abandonar o The Cure. Robert Smith é também famoso por sua imagem e visual
andrógino: com lábios de batom, olhos pintados e cabelos para o ar completamente despenteados.
Tudo
começou com o Easy Cure, em 1976, ao lado do baterista Lol Tolhurst, do
baixista Michael Dempsey e do guitarrista Porl Thompson. Em 1978, gravaram o
primeiro single da banda Killing An Arab. Nesse mesmo ano, o
guitarrista Porl Thompson abandona o grupo e - agora como trio - mudam o nome
do grupo para The Cure.
No
ano de 1979, foi lançado o debut Three
Imaginary Boys, que saiu nos EUA como Boys
Don't Cry e acabou se tornando uma das composições mais famosas da banda.
Dempsey, no entanto, resolve deixar o The
Cure e foi substituído por Simon Gallup.
O
segundo trabalho Seventeen Seconds
trouxe ainda mais popularidade para os ingleses e a música A Forest impulsiona as vendas do álbum em todo o mundo.
Os
discos seguintes são considerados grandes clássicos do rock gótico - Faith de 1981 e Pornography de 1982 - com os hits A Strange Day, The Hanging Garden e Cold. No ano seguinte, Gallup anuncia a sua saída e a dupla Bob e
Lol resolve dar um tempo no grupo. O vocalista faz algumas participações com o
Siouxie and the Banshees e o The Cure só volta em 1984 com The Top - trazendo no line up
Phil Tornalley no baixo e Andy Anderson na bateria. Mas essa formação não
duraria muito. Boris Willians, Porl Thompson e o antigo baixista, Simon Gallup
integram o time e The Head On The Door
chega ao topo das paradas nos EUA e na Inglaterra.
Uma
coletânea de singles sai em 1986 e
conquista muitos prêmios para o grupo, além de sua consolidação no mundo do
rock mundial. Em 1989, Lol Tolhurst
abandona a banda e alimenta uma longa briga judicial com seu antigo companheiro
Robert Smith, sendo substituído por Roger O'Donnell. Nesse mesmo ano, o The
Cure lança o álbum Disintegration,
ovacionado pelos fãs e críticos.
Em
1996, Robert Smith anuncia que o The Cure vai acabar. Como uma despedida para
os fãs, eles gravam Bloodflowers, um
disco no melhor estilo do The Cure, uma banda que marcou para sempre a história
do rock e que continua conquistando milhares de fãs em todo o mundo, mesmo após
terem anunciado o seu fim.
Mas
em 2004, o The Cure retoma suas atividades e grava um álbum inédito, contando
com a produção de Ross Robinson (Korn, Limp Bizkit e At The Drive-In). Apesar
da escolha de um produtor tão diferente, a formação continua a mesma de dez anos
atrás - com Robert Smith nas vozes e guitarra, Simon Gallup no baixo, Perry
Bamonte na guitarra, Jason Cooper na bateria e Roger O'Donnell nos teclados.
Para divulgar o trabalho e provar que voltaram em grande estilo, os ingleses
criam um festival próprio, que percorre os EUA levando ainda nomes
como Interpol, The Rapture, Mogwai e Melissa Auf Der Maur.
Enquanto
aguardamos outras novidades (alguns veículos de comunicação afirmam que um
álbum novinho está saindo do forno!!), vamos relembrar um dos maiores hits da
banda, lançado em 1992 no álbum Wish... Ouça A Letter to Elise e apaixone-se pelo The Cure...
FANTASTICO RELEMBRAR ESSA BANDA WOOOOOOOLLLLLLL
ResponderExcluirEssa é especial, uma das marcantes na minha vida...a música, as letras, o visual...ninei muito minha filha ao som de The Cure e Echo and The Bunnyman. Viagem no tempo...
ResponderExcluirEstamos muito felizes com a participação de todos vocês. Roberto, a banda Echo and The Bunnyman está programada para os próximos meses... Continue conosco! ;-)
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