domingo, 5 de maio de 2019

MEMORÁVEIS




A história do The Cure se confunde com a de Robert Smith. Nascido em Blackpool, Inglaterra, o vocalista é o criador de quase tudo que a banda gravou e único membro a nunca abandonar o The Cure. Robert Smith é também famoso por sua imagem e visual andrógino: com lábios de batomolhos pintados e cabelos para o ar completamente despenteados.
Tudo começou com o Easy Cure, em 1976, ao lado do baterista Lol Tolhurst, do baixista Michael Dempsey e do guitarrista Porl Thompson. Em 1978, gravaram o primeiro single da banda Killing An Arab. Nesse mesmo ano, o guitarrista Porl Thompson abandona o grupo e - agora como trio - mudam o nome do grupo para The Cure.
No ano de 1979, foi lançado o debut Three Imaginary Boys, que saiu nos EUA como Boys Don't Cry e acabou se tornando uma das composições mais famosas da banda. Dempsey, no entanto, resolve deixar o The Cure e foi substituído por Simon Gallup.
O segundo trabalho Seventeen Seconds trouxe ainda mais popularidade para os ingleses e a música A Forest impulsiona as vendas do álbum em todo o mundo.
Os discos seguintes são considerados grandes clássicos do rock gótico - Faith de 1981 e Pornography de 1982 - com os hits A Strange Day, The Hanging Garden e Cold. No ano seguinte, Gallup anuncia a sua saída e a dupla Bob e Lol resolve dar um tempo no grupo. O vocalista faz algumas participações com o Siouxie and the Banshees e o The Cure só volta em 1984 com The Top - trazendo no line up Phil Tornalley no baixo e Andy Anderson na bateria. Mas essa formação não duraria muito. Boris Willians, Porl Thompson e o antigo baixista, Simon Gallup integram o time e The Head On The Door chega ao topo das paradas nos EUA e na Inglaterra.
Uma coletânea de singles sai em 1986 e conquista muitos prêmios para o grupo, além de sua consolidação no mundo do rock mundial.  Em 1989, Lol Tolhurst abandona a banda e alimenta uma longa briga judicial com seu antigo companheiro Robert Smith, sendo substituído por Roger O'Donnell. Nesse mesmo ano, o The Cure lança o álbum Disintegration, ovacionado pelos fãs e críticos.
Em 1996, Robert Smith anuncia que o The Cure vai acabar. Como uma despedida para os fãs, eles gravam Bloodflowers, um disco no melhor estilo do The Cure, uma banda que marcou para sempre a história do rock e que continua conquistando milhares de fãs em todo o mundo, mesmo após terem anunciado o seu fim.
Mas em 2004, o The Cure retoma suas atividades e grava um álbum inédito, contando com a produção de Ross Robinson (Korn, Limp Bizkit e At The Drive-In). Apesar da escolha de um produtor tão diferente, a formação continua a mesma de dez anos atrás - com Robert Smith nas vozes e guitarra, Simon Gallup no baixo, Perry Bamonte na guitarra, Jason Cooper na bateria e Roger O'Donnell nos teclados. Para divulgar o trabalho e provar que voltaram em grande estilo, os ingleses criam um festival próprio, que percorre os EUA levando ainda nomes como Interpol, The Rapture, Mogwai e Melissa Auf Der Maur.
Enquanto aguardamos outras novidades (alguns veículos de comunicação afirmam que um álbum novinho está saindo do forno!!), vamos relembrar um dos maiores hits da banda, lançado em 1992 no álbum Wish... Ouça A Letter to Elise e apaixone-se pelo The Cure...





3 comentários:

  1. FANTASTICO RELEMBRAR ESSA BANDA WOOOOOOOLLLLLLL

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  2. Essa é especial, uma das marcantes na minha vida...a música, as letras, o visual...ninei muito minha filha ao som de The Cure e Echo and The Bunnyman. Viagem no tempo...

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    1. Estamos muito felizes com a participação de todos vocês. Roberto, a banda Echo and The Bunnyman está programada para os próximos meses... Continue conosco! ;-)

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